sábado, 27 de junho de 2020

Alexander Hamilton, honra e fuzis

Alexander Hamilton, honra e fuzis
 Fábio Prieto 
 27/06/2020  


O articulista Sergio Moro (Revista Crusoé) invoca Alexander Hamilton para lembrar que, de acordo com o Federalista 78, o Judiciário é o menos perigoso dos poderes, porque não controla nem a espada, nem o tesouro. Por isto, não vislumbra razão para “intervenção militar constitucional”.
É oportuno rememorar que Alexander Hamilton, capitão de artilharia na Guerra da Independência – chegou a ajudante-de-campo de George Washington -, estudou Direito e exerceu a profissão. Era ilustrado e experiente. O seu Federalista 78 vai além da ideia acima e subscreve a citação de Montesquieu: “não há liberdade se o poder de julgar não for separado dos poderes legislativo e executivo”. Hamilton argumenta que o Judiciário, pela sua “debilidade natural”, pode ser “dominado, acuado ou influenciado pelos poderes coordenados”.
A profecia de Hamilton ganhou grande destaque a partir do século passado, quando manipuladores de urnas perceberam que o Judiciário “dominado, acuado ou influenciado”, era atalho conveniente para o exercício discricionário do poder. Pequeno grupo de juízes poderia fraudar a vontade cívica de milhões de eleitores.
Nos Estados Unidos, há verdadeira batalha eleitoral pelo controle da Suprema Corte e dos demais tribunais. Em outros países, facções partidárias cometeram a imprudência de dominar, acuar e influenciar a magistratura profissional, depois entregue à direção hipertrofiada de novas elites judiciárias, que, em retribuição à clamorosa erronia, promoveram o sequestro da política.
O Brasil assiste ao torneio de bacharéis a respeito do artigo 142, da Constituição. Para o articulista Moro, preocupado com cogitações sobre “intervenção militar constitucional”, “precisamos dos militares, mas não dos seus fuzis e sim dos exemplos costumeiros de honra e disciplina”.
Também partido político incomodado com o alarido dos bacharéis teria procurado a Justiça, para saber o que devem fazer as Forças Armadas em caso de grave convulsão social. Isso lembra a reflexão do ministro Francisco Rezek, em julgamento no Supremo Tribunal Federal, no sentido de que o sistema processual brasileiro é “uma caricatura aos olhos do resto do mundo”. Vamos ensinar à História que as multidões dissidentes e revoltosas podem ser contidas por oficial de justiça, segundo a jurisprudência?
Diante da quimera bacharelesca, os militares permaneceram sóbrios. Pela razão constitucional de que sabem o que fazer, se o País entrar em convulsão interna – o que ninguém vislumbra ou deseja.
Os bacharéis precisam ler o Federalista 78 até o fim. E segui-lo devotadamente. Hamilton ressalta os benefícios sociais da “integridade” e da “moderação” do Judiciário. “Homens ponderados de todas as categorias devem valorizar tudo que tenda a gerar ou fortalecer esta têmpera nos tribunais, pois nenhum homem pode ter certeza de que amanhã não será a vítima de um espírito de injustiça que hoje o beneficia”.
Crentes nesta justiça legítima, os militares – como os civis – nunca questionaram ordem de prisão de oficial general. Vice-Almirante reformado foi acusado, processado, preso e condenado na Lava Jato sem a mínima preocupação dos quartéis. O Judiciário, como qualquer poder civil ou militar, é legitimado pela fundamentação de suas decisões.
Seria preocupante, não para os militares, mas para a cidadania indefesa que não tem fuzis, se algum tribunal resolvesse perseguir oficiais generais só por serem oficiais generais. Aí seria o caso, primeiro, de ponderar que nem criminosos notórios são tratados como criminosos notórios. Nem devem ser. O julgamento depende da legitimidade e da consistência das provas no processo judicial.
É do senso comum de justiça que não se trata alguém discricionariamente por simples capricho, antipatia ou preferência partidária. Se o rito é igual para todos, qual seria o ganho institucional na discriminação só contra oficiais generais? A sabedoria de Hamilton no Federalista 78: “Para evitar um julgamento arbitrário dos tribunais, é indispensável que eles estejam submetidos a regras e precedentes estritos, que servem para definir e indicar seu dever em cada caso particular que lhes é apresentado”.
O articulista Moro é exato quando lembra os “exemplos costumeiros de honra e disciplina” dos militares. As urnas soberanas fizeram a escolha de quatriênio pela recusa ao desarmamento, ao aborto e à descriminalização das drogas, além da proposta de melhoria da gestão da Amazônia. O ex-Ministro nomeou, com consciência tranquila, para cargos no Ministério da Justiça, simpatizantes do desarmamento, do aborto, da descriminalização das drogas e da doutrina pan-amazônica do buen vivir.
Não se preocupe o articulista Moro com os fuzis. Os militares devem ter lido o Federalista 78 por inteiro, no qual é lembrado que é “princípio do governo republicano” que “o povo tem o direito de alterar ou abolir a Constituição estabelecida sempre que a considerem incompatível com a própria felicidade”. Nenhum soldado leal se coloca acima da felicidade do povo soberano.
 
Fabio Prieto é desembargador, ex-presidente do TRF3. Diretor Conselheiro da International Association of Tax Judges. Grande Oficial da Ordem do Mérito Militar do Exército. Ordem do Mérito Militar da Marinha e da Aeronáutica.

O assassino Che Guevara: retrato de um covarde.

Rodrigo Constantino

“Há aproximadamente 48 anos, Ernesto “Che” Guevara recebeu uma grande dose de seu próprio remédio. 
Sem qualquer julgamento, ele foi declarado um assassino, posto contra um paredão e fuzilado.  Historicamente falando, a justiça raramente foi tão bem feita. 
O ditado “tudo o que vai, volta” expressa bem essa situação.

“Execuções?”, gritou Che Guevara enquanto discursava na glorificada Assembléia Geral da ONU, em 9 de dezembro de 1964. 

 “É claro que executamos!”, declarou o ungido, gerando aplausos entusiasmados daquele venerável órgão.  

“E continuaremos executando enquanto for necessário!  

Essa é uma guerra de morte contra os inimigos da revolução!”

Ocorreram 14.000 execuções por fuzilamento em Cuba até o final de década de 1960. 
José Vilasuso, um cubano que à época era promotor dos julgamentos comandados por Guevara, fugiu horrorizado e enojado com o que presenciou.  Ele estima que Che promulgou mais de 400 sentenças de morte apenas nos primeiros meses em que comandava a prisão de La Cabaña. 
Um padre basco chamado Iaki de Aspiazu, que sempre estava à mão para ouvir confissões e fazer a extrema unção, diz que Che pessoalmente ordenou 700 execuções por fuzilamento durante esse período.

O próprio Che admitiu ter ordenado “milhares” de execuções durante o primeiro ano do regime de Fidel Castro.

Felix Rodriguez, o agente cubano-americano da CIA que ajudou a caçar Che na Bolívia e que foi a última pessoa a interrogá-lo, diz que Che, em sua última conversação, admitiu “algumas milhares” de execuções.

“Eu não preciso de provas para executar um homem”, gritou Che para um funcionário do judiciário cubano em 1959. 

“Eu só preciso saber que é necessário executá-lo!

A mais popular versão da camiseta e do pôster de Che, por exemplo, ostenta o slogan “Lute Contra a Opressão” sob sua famosa face. 

Essa é a face de um homem que fundou um regime que encarcerou mais de seu próprio povo do que Hitler e Stalin, e que declarou que “o individualismo deve desaparecer!”.

Nenhuma pessoa em seu perfeito juízo vestiria uma camiseta estampando o rosto de Che. 

E nenhuma pessoa decente toleraria essa camisa em seus arredores.

Mas como um sujeito horrendo, vazio, estúpido, sádico e epicamente idiota conseguiu um status tão icônico? 

“Estou aqui nas montanhas de Cuba sedento por sangue”, escreveu Che para a sua esposa abandonada em 1957. 

 “Querido pai, hoje descobri que realmente gosto de matar”, escreveu logo depois.

O detalhe é que essa matança de que ele gostava muito raramente era feita em combate, o que ele gostava mesmo era de matar à queima-roupa homens e garotos amarrados e vendados.

Dentre suas perturbadas fantasias, a mais proeminente era a implementação de um reino continental stalinista. 

Para atingir esse ideal, o jovem problemático almejava “milhões de vítimas atômicas”.

O perturbado jovem argentino também era arredio e desprezava todos ao seu redor: “Não tenho casa, não tenho mulher, não tenho pai, não tenho mãe, não tenho irmãos. 

Meus amigos só são amigos quando eles pensam ideologicamente como eu”.

*Ernesto “Che” Guevara* era o vice-comandante, o carrasco-chefe e o principal contato da KGB em um regime que proibiu eleições e aboliu a propriedade privada.

A polícia desse regime, supervisionada pela KGB e empregando a tática da “visita da meia-noite” e do “ataque pela manhã”, capturou e enjaulou mais prisioneiros políticos em proporção à população do que Stalin e executou mais pessoas (em uma população de apenas 6,4 milhões) em seus primeiros 3 anos no poder do que Hitler (que comandava uma população de 70 milhões) em seus primeiros 6 anos.

O regime que Che Guevara ajudou a fundar confiscou a poupança e a propriedade de 6,4 milhões de cidadãos e tornou refugiada 20% da população de uma nação até então inundada de imigrantes e cujos cidadãos haviam atingido um padrão de vida maior do que o padrão daqueles que residiam em metade da Europa. 

O regime de Che Guevara também destroçou — por meio de execuções, encarceramentos, expropriação em massa e exílio — virtualmente cada família da ilha cubana.

Com apenas uma semana no poder, Che já havia abolido o habeas corpus.

Além de afirmar que evidências judiciais eram detalhes burgueses arcaicos, ele complementava garbosamente dizendo que “executamos por convicção revolucionária!”.

Apesar de seus fãs dizerem pomposamente que ele foi um médico formado, ninguém até hoje, após inúmeras tentativas, conseguiu localizar qualquer histórico sobre seu diploma de medicina.

 Logo após ser capturado na Bolívia, Che admitiu para o comandante da operação, o Capitão Gary Prado, que ele *não era médico,* mas tinha “algum conhecimento de medicina”.

Mais do que sua crueldade, megalomania e estupidez épica, o que mais distinguia Ernesto “Che” Guevara de seus companheiros era sua manhosa covardia.

Suas tietes podem ficar zangadas o quanto quiserem, bater a porta do quarto, cair na cama, espernear e chorar abraçadinhas com o travesseiro, mas o fato é que Che se entregou voluntariamente ao exército boliviano e a uma distância segura.

 Foi capturado em ótimas condições físicas e com sua arma completamente carregada.

Com seus homens fazendo exatamente o que ele ordenou (lutando e morrendo até a última bala), um Che ligeiramente ferido evadiu-se do tiroteio e se entregou com um pente cheio de balas em sua pistola, enquanto choramingava manhosamente para seus capturadores:

*“Não atirem! Sou Che! Valho mais para vocês vivo do que morto!”.*

O prazer que Che Guevara tinha em matar cubanos só era possível porque esses cubanos estavam completamente indefesos no momento.

 Amarrados e vendados, de preferência.

E dessa forma eles eram alinhados de frente para o pelotão de fuzilamento e executados.

Porém, quando o cenário se alterou e as armas de fogo estavam em posse de outros, o argentino tremeu de medo.”

*Covarde, incompetente e assassino: esses são alguns adjetivos adequados para definir o maior ídolo de nossas esquerdas. Lamentável!!!

LEGITIMIDADE, ESTABILIDADE E LEGALIDADE, NESSA ORDEM

LEGITIMIDADE, ESTABILIDADE E LEGALIDADE, NESSA ORDEM
General de Brigada Reformado Luiz Eduardo Rocha Paiva (Diretor de Geopolítica e Conflitos do Instituto Sagres)
Legitimidade, Estabilidade e Legalidade. Esses três conceitos foram repetidos, como um mantra, pelo General Villas Bôas quando comandou o Exército Brasileiro (2015 - 2018) e exerceu uma liderança positiva e de alto nível na política nacional.
Eram anos de muita tensão e pressões vindas de várias origens, umas instando pela intervenção militar e outras por temerem, tanto essa possibilidade, quanto uma escalada da crise política por iniciativa da esquerda radical, então encastelada em altos escalões do governo.
À primeira vista, o mantra parecia ter como destinatários os intervencionistas. Ledo engano, pois ele também se destinava a tranquilizar a imensa maioria de brasileiros genuinamente democratas e a alertar à esquerda radical de que não seria admitida qualquer iniciativa contra as três cláusulas pétreas com que o Exército garantiria, de fato e de forma sutil, que o processo político em desenvolvimento transcorresse de forma pacífica e ordeira.
Hoje, o Brasil vive um novo embate político, mesclado com a crise sanitária provocada pela pandemia do Covid19. Nele, é visível a manipulação da lei em prol de interesses políticos, deslegitimando a legalidade e escalando as crises política e sanitária para um conflito entre os Poderes da União. Esse quadro compromete o equilíbrio e a harmonia dos três pilares do regime republicano democrático. 
Assim, o país está caminhando para a instabilidade político-social, com risco de ruptura institucional e convulsão social, ou para a submissão a uma espécie de ditadura da toga. Essa iminente possibilidade é comentada e deplorada por autoridades, inclusive do meio jurídico. Ora, membros da Alta Corte não são eleitos pelo povo para legislar e governar - essas não são suas atribuições. Além disso, os atuais ministros não contam com a confiança da nação, haja vista seguidas e questionáveis atitudes e decisões por vários deles cometidas ou tomadas.
Interpretar e usar a lei com propósitos políticos para desestabilizar e, eventualmente, alijar do poder o atual governo, aliando-se a interesses inconfessáveis da liderança patrimonialista fisiológica, é tornar ilegítimo o instrumento legal, ou seja, deslegitimar a lei e ameaçar a estabilidade.  
Para enfrentar essa aliança do atraso e dos antivalores é preciso agir com sabedoria, ouvir assessores não radicais, com visão estratégica, equilíbrio e inteligência emocional, bem como dar exemplos de temperança e cidadania. Nas crises atuais, desprezar a manobra indireta e bater de frente contra adversários poderosos é dar munição para as lideranças carcomidas da velha política e seus aliados, expondo a autoridade do cargo a contestações e colocando em risco a unidade política e a paz social. 
O Brasil vive um momento de risco para a legalidade, a legitimidade e a estabilidade.
O agravamento dessa complexa e grave situação imporá decisões patrióticas de caráter moral, passíveis de questionamentos quanto à legalidade, mas imprescindíveis para neutralizar a cleptocracia instalada nos altos escalões do poder. São decisões imperiosas para evitar um mal maior, se a omissão e a covardia moral resultarem em danos inaceitáveis ao cidadão e à nação. O Brasil não pode continuar refém dessa gente! 
Diante de uma eventual escalada do conflito entre os Poderes da União, que possa levar o país à anomia, à ruptura institucional e a uma grave convulsão social, só as FA têm poder de fato, mas não legal (não há lei que as autorize a tomar a iniciativa), para impor uma solução legítima que preserve a lei e a ordem, em consequência, a estabilidade. Um conflito dessa natureza ameaça a unidade política e a segurança nacional, portanto diz respeito à Defesa da Pátria, missão que as FA cumprirão, igualmente, contra ameaças internas. E não seria para implantar um novo regime militar, mas sim para restaurar os Poderes Constitucionais, vitimados pela evidente falência de sua autoridade, resultante de um conflito de tamanha magnitude.  Daí a ordem de valor legitimidade, estabilidade e legalidade.
Quando a lei positiva é usada para respaldar desígnios ilegítimos, cai por terra a justiça, esta sim cláusula pétrea. Se as leis também o fossem, o Brasil ainda seria colônia, não seria república e Jango, Brizola e o Partido Comunista Brasileiro teriam implantado uma República Comuno-Sindicalista no Brasil em 1964. 
Quando os interesses vitais da nação estão e jogo, como disse e diria de novo Camões: “Cesse tudo o que a musa antiga canta, que outro valor mais alto se alevanta!” (Os Lusíadas).

domingo, 5 de abril de 2020

Mesma tempestade, barcos diferentes

Recebi esta mensagem pelo WhatsApp e não sei quem a escreveu.

Ele foi Perfeito! Repito, Perfeito... 
Cada um sabe de sua vida e de sua situação. Então, não julgue! 

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"Me irrita essa frase “estamos no mesmo barco”
Não, não estamos. Não seja ridículo. Estamos na mesma tempestade, mas não no mesmo barco. O seu barco pode afundar.. e o meu não, e vice versa. 

Pra alguns a quarentena tá sendo ótima! Momento de reconexão.. trabalho tá indo suave, etc

Para alguns tá sendo uma crise!

Para outros uma paz... tempo de descanso. Férias.

Para outros tempo de tortura: “como vou pagar minhas contas?!”

Alguns estão preocupados com qual ovo de Páscoa vão comer hoje.. kinder ou Lacta.. 

Alguns estão preocupados se vai ter pão pra comer até o final da semana, se o arroz e o feijão serão suficientes.

Alguns estão no home office na fazenda.. outros estão catando lixo pra sobreviver.

Alguns querem voltar trabalhar porque não tem mais dinheiro.

Alguns querem matar quem quer voltar trabalhar porque ele não tá pensando em dinheiro, afinal ele já tem uma reserva não precisa se preocupar com isso. 

Uns estão com Fé em Deus que veremos muitos milagres ainda em 2020.

Outros dizendo que o pior nem chegou.

Então...Não amigo, nós não estamos no mesmo barco. Estamos passando pelo mesmo momento mas com percepções, experiências e necessidades COMPLETAMENTE diferentes. E sairemos cada um de um jeito desta tempestade.

Por isso neste momento é muito importante enxergar além do que se vê. Enxergar além de partido político, além de religião, além do próprio umbigo... não menospreze a dor do outro porque você não a sente, não julgue a vida boa do outro porque você não sabe o que ele passou pra chegar lá... simplesmente não julguem.

Julguemos menos. Tanto o que não tem, quanto o que tem de sobra. Tanto o que quer voltar trabalhar, quanto o que quer ficar em casa.

 Afinal.. estamos em barcos diferentes irmão! Fale por você..."

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Relato de um doente pelo Coronavírus

Observação: Esse é um relato que obtive no Quora. Não sei quem foi que o redigiu, mas é assustador.

Para mim, começou com dor de garganta e gânglios inchados. Depois veio uma dor de cabeça horrível, febre, dores no corpo, calafrios e fadiga extrema. Eu também tive uma crise de diarreia, mas que não durou muito. Então parece que você está melhorando. A tosse seca se torna muito mais grave. Você tem falta de ar. Você tosse até seus pulmões doerem e a garganta ficar esfolada. É uma tosse forte.

O vírus parece desencadear uma resposta sistêmica primeiro, mas depois se instala nos pulmões. Ele paralisa os cílios responsáveis ​​por varrer partículas nos pulmões. A tosse é improdutiva. Já estou muito cansado de tossir.

A experiência de minha esposa foi semelhante à minha de várias maneiras. Dois dos meus filhos ficaram cansados ​​por um dia e superaram tudo. Meu filho de 5 anos perdeu o apetite, dormiu por alguns dias e seu tímpano explodiu devido à pressão. Os gânglios do pescoço estavam inchados. Foi assustador.

Um dia eu estava bem preocupado com minha esposa porque a febre dela continuava subindo. Chegou a quase 39 graus e eu dei a ela ibuprofeno e Tylenol. Ela também sentia calafrios e estava tão cansada que mal conseguia se mexer. Ela tem diabetes tipo 1, o que aumenta o risco de complicações graves. Minha esposa agora tem a tosse seca implacável. Ela ainda está com os gânglios inchados, mas estão diminuindo um pouco. Sua febre se foi e os níveis de energia melhoraram, embora ela ainda durma mais e não volte à força total. Ela se sente cansada, mas não destruída como estava há 6 dias.

Como tenho artrite inflamatória grave, tomo Planquenil (hidroxicloroquina) e Losartana diariamente. Eu também tenho asma e pressão alta. Meu risco de complicações com risco de vida é extremamente alto. Alguns estudos demonstraram que o Planquenil e a Losartana ajudam no tratamento do COVID-19. Eu acredito que tomá-los me manteve fora do hospital. Mas mesmo com essas drogas eu me senti péssimo. Como mencionei antes, ainda tenho tosse seca. Não tenho mais falta de ar, mas esse vírus permanece por um longo tempo.

Também descobri que usar um umidificador no quarto em que estou ajuda a facilitar a respiração. O ar seco é difícil para os pulmões doentes. Também tomei Mucinex, que afina o muco e torna a tosse mais produtiva. Existe uma versão genérica que é barata. Bebi uma boa quantidade de água para evitar a desidratação. Minha esposa me fez percussão manual no peito e nas costas. Com a mão fechada, ela bate moderadamente no meu peito. Isso afrouxa a congestão e o muco nos pulmões, para que possa tossir de maneira mais produtiva. Parece ajudar.

Agora estamos enfrentando a relativa calma antes da tempestade.

Uma crise econômica e social nos espera, principalmente para aqueles que vivem nos EUA e na China.

terça-feira, 24 de março de 2020

Para facilitar o entendimento: ( dos idiotas )

Um amigo postou esse texto no Whatsapp.
Só não entende quem não quer.


Para facilitar o entendimento: ( dos idiotas ) 

👉Zezinho tem uma empresa e emprega 20 funcionários. 
👉Cada funcionário ganha 2500,00. 
👉Logo, Zezinho tem um gasto de 50.000,00 mensais com sua folha salarial.
👉Com a quarentena do Corona Vírus, Zezinho vai ficar 4 meses sem poder abrir sua empresa. 
👉O presidente perguntou: " Zezinho, você vai conseguir arcar com 4 meses de salário dos seus funcionários (200 mil reais) se a sua empresa não estiver produzindo?"
👉Zezinho: "Infelizmente não, senhor presidente".
👉Para Zezinho não falir e deixar 20 pessoas desempregadas, o presidente sugeriu a suspensão temporária dos contratos de trabalho dos funcionários na seguinte condição: "Cada funcionário receberá um salário mínimo. O governo custeia a metade e a empresa a metade."
👉Lembrando que após o restabelecimento da normalidade, os contratos de trabalho serão retomados com as mesmas condições atuais. 
👉Pedrinho é funcionário de Zezinho e durante a quarentena está 24 horas com a TV ligada na Globo.
👉Pedrinho achou um absurdo ganhar só um salário mínimo durante esse período. 
👉Acendeu seu baseado e foi pra varanda do Minha Casa minha vida bater panela e gritar "Fora Bozo".
👉Com a repercussão negativa da imprensa golpista que enganou Pedrinho, o presidente cancelou a MP.
👉Trajado com sua camisa do Che Guevara, Pedrinho pergunta ao presidente: "Como fica minha situacão a partir de agora? Quem poderá me salvar, Bozonaro?"
👉"A partir de agora, Pedrinho, você irá negociar diretamente com o seu patrão."
👉Pedrinho então pega o Seu iPhone que comprou em 20 parcelas no último Natal e manda um zap pro Zezinho: "bom dia, Seu José"
👉"Bom dia, Pedrinho. Estava mesmo querendo falar com você. Por favor, venha ao escritório"
👉Ao chegar no escritório com máscara cirúrgica, Pedrinho se senta na mesa do patrão, limpa as mãos  com álcool em gel e ouve:
👉"Infelizmente não vou conseguir pagar o salário de todos vocês. Pra não fechar a empresa, vou manter somente a Paula, a Fernanda e o Ricardo. O restante infelizmente vou ter que demitir. Assine aqui.

quinta-feira, 19 de março de 2020

A CULPA É DO PCC - PARTIDO COMUNISTA CHINÊS

A CULPA É DO PCC - PARTIDO COMUNISTA CHINÊS
Por Rodrigo Silva, fundador do @spotniks

A culpa pela pandemia de Coronavírus no mundo tem nome e sobrenome. É do Partido Comunista Chinês. E se você ainda tem alguma dúvida a esse respeito, precisa dar uma lida nessa thread.

1. De acordo com oficiais chineses, o primeiro caso de COVID-19 aconteceu no dia 19/11/19 e o primeiro indivíduo a testar positivo para a doença apresentava sintomas em 8/12/19. Segundo o The Lancet, o paciente zero foi exposto ao vírus no dia 1/12/19.
https://www.msn.com/…/the-first-covid-19-case-o…/ar-BB119fWJ

2. A falta de condições sanitárias de um mercado de animais silvestres em Wuhan, prática comum num país que não oferece segurança alimentar, foi fundamental para o surto. Só depois do SARS-CoV-2, tardiamente, o governo chinês prometeu acabar com a prática.
https://edition.cnn.com/…/china-coronavirus-wild…/index.html

3. Um artigo publicado em 2007 por médicos de Hong Kong já alertava que havia reservatório de coronavírus em morcegos e que o hábito do sul da China de "comer mamíferos exóticos" era uma "bomba relógio". Mas essa bomba não se resume à vigilância sanitária.
https://cmr.asm.org/content/20/4/660

4. A China é uma ditadura sem liberdade de expressão, de imprensa, política e religiosa, com opositores e ativistas de direitos humanos reiteradamente presos, torturados e condenados a campos de reeducação. Foi nesse país que o SARS-CoV-2 se espalhou.
https://oglobo.globo.com/…/human-rights-watch-china-ve-os-d…

5. Em 2002, as informações sobre um outro coronavírus, o SARS-CoV, foram reprimidas pela ditadura chinesa, condenando centenas de pessoas à morte. Tardiamente, o Partido Comunista admitiu os erros e demitiu o ministro da Saúde e o prefeito de Pequim.
https://www.nytimes.com/…/the-sars-epidemic-epidemic-china-…

6. Como a preocupação de ditaduras é com a estabilidade do regime, e não com o bem-estar da população, sem enfrentar grandes resistências, o governo chinês teve com o SARS-CoV-2 os mesmos incentivos para novamente negligenciar uma pandemia de coronavírus.
http://www.ejinsight.com/20200124-why-the-dictatorship-mak…/

7. No dia 30 de dezembro de 2019, quando a COVID-19 adoeceu 7 pacientes em um hospital de Wuhan e um médico, Li Wenliang, tentou avisar outros médicos, a polícia chinesa o obrigou a assinar uma declaração de que seu aviso constituía "comportamento ilegal".
https://www.nytimes.com/…/01/wo…/asia/china-coronavirus.html

8. Li Wenliang e outros sete médicos de Wuhan foram obrigados a assinar um documento admitindo "espalhar mentiras". Isolado no trato de seus pacientes, sem amparo oficial, Li acabou contraindo coronavírus e falecendo, aos 34 anos.
https://foreignpolicy.com/…/coronavirus-xi-jinping-chinas-…/

9. Entre o início de dezembro e 19 de janeiro, o Partido Comunista Chinês minimizou o surto a um problema local, limitado a um pequeno número de clientes de um mercado de Wuhan. Qualquer que fosse a causa da doença, "não era nada parecido com SARS".
https://www.scmp.com/…/six-more-hong-kong-patients-hospital…

10. Ainda em 26 de dezembro, um técnico de um laboratório contratado por hospitais disse que sua empresa recebeu amostras de Wuhan e chegou a uma conclusão impressionante: as amostras continham um novo coronavírus com uma similaridade de 87% com a SARS.
https://www.independent.co.uk/…/coronavirus-china-outbreak-…

11. No dia 24 de dezembro, uma amostra do SARS-CoV-2 retirada de um paciente foi enviada a um laboratório para o sequenciamento do genoma. Os resultados estavam prontos 3 dias depois, mas as autoridades de Hubei ordenaram que as amostras fossem destruídas.
https://github.com/…/nCovM…/blob/master/archive/jpg/2100.jpg

12. Em janeiro, a polícia ainda controlava as informações, tratando o coronavírus como um boato. Em Wuhan, esse era o discurso oficial: "A polícia apela a todos os internautas para não fabricarem rumores, não espalharem rumores, não acreditarem em boatos".
https://www.washingtonpost.com/…/chinese-doctor-has-corona…/

13. Cabe lembrar que o Partido Comunista Chinês promove o maior ato de restrição à liberdade de expressão da História. 50 mil censuradores participam do processo de controle da internet no país, conhecido como o Grande Firewall da China.
https://gking.harvard.edu/…/how-censorship-china-allows-gov…

14. Na China, são oficialmente proibidos serviços como Gmail, Google, Facebook, Youtube, Wikipedia, Reddit, Instagram, Twitter e WhatsApp. Como o governo monitora os aplicativos permitidos, controla todo o conteúdo online e o tráfego de informações. https://en.wikipedia.org/…/Websites_blocked_in_mainland_Chi…

15. O Partido Comunista também controla todas as redações de jornal do país. Segundo a Reporters Without Borders, em 180 países listados, a China é o 177º em liberdade de imprensa. Não há acesso no país à BBC, NYT, The Guardian, WSJ, Reuters, TIME, NBC...
https://rsf.org/en/ranking_table

16. Controlando a internet e os veículos de imprensa, o Partido Comunista Chinês não teve qualquer dificuldade em atrapalhar o fluxo de informações da população sobre o coronavírus, colaborando ativamente para que o surto se transformasse numa pandemia.
https://www.nytimes.com/…/asia/china-coronavirus-censorship…

17. Li Wenliang, o médico whistleblower do início dessa thread, só foi liberado da prisão em 3 de janeiro, depois que assinou um documento assumindo a prática de "atos ilegais". Li contou à CNN que sua família se preocuparia se ele perdesse a liberdade.
https://edition.cnn.com/…/coronavirus-doctor-whi…/index.html

18. Outro médico, Wang Guangbao, admitiu mais tarde que a especulação sobre um vírus semelhante à SARS era forte nos círculos médicos no início de janeiro, mas que as detenções dissuadiram muitos, inclusive ele próprio, de falar abertamente a respeito.
https://www.washingtonpost.com/…/early-missteps-state-secr…/

19. Em fevereiro, dois jornalistas chineses, Fang Bin e Chen Qiushi, desapareceram depois de trabalharem na cobertura do coronavírus em Wuhan e denunciarem as supressões de informações do governo. Qiushi entrou no topo da lista da One Free Press Coalition.
https://www.bbc.com/news/world-asia-china-51486106

20. A China só declarou emergência em 20 de janeiro. Quando Wuhan foi isolada três dias depois já era tarde: o vírus estava sendo espalhado por todo país, levado pelos 400 milhões de chineses que se preparavam para viajar para comemorar o Ano Novo Lunar.
https://en.wikipedia.org/wiki/2020_Hubei_lockdowns

21. Durante quase 2 meses, enquanto o vírus se alastrava, o Partido Comunista Chinês aprisionou e intimidou médicos e jornalistas, controlou o fluxo de informação, minimizou os riscos do surto, não ampliou leitos de UTI, nem combateu mercados silvestres.
https://www.nytimes.com/…/coronavirus-china-journalists.html

22. Xi Jinping, presidente da China, comentou publicamente pela primeira vez sobre o SARS-CoV-2 apenas no dia 20/01, mas já no dia 7/01, 13 dias antes, durante uma reunião do partido, ele admitiu, num discurso interno, conhecimento "do novo coronavírus".
http://www.qstheory.cn/dukan/qs/2020-02/15/c_1125572832.htm

23. Nesses 13 dias, enquanto negava o surto, o Partido Comunista organizou duas grandes reuniões em Hubei e reuniu mais de 40 mil famílias num banquete em massa em Wuhan, na tentativa de bater um recorde mundial. Xi Jinping poderia ter evitado a pandemia.
https://edition.cnn.com/…/china-coronavirus-xi-j…/index.html

24. Apenas no dia 4 de fevereiro, assim como com a SARS em 2002, o Partido Comunista Chinês admitiu as “deficiências e dificuldades na resposta à epidemia”, e prometeu "melhorar nossas habilidades em lidar com tarefas urgentes e perigosas".
https://www.bbc.com/news/world-asia-china-51362336


25. Mesmo dois meses depois do surto começar, depois da OMS pedir repetidamente às autoridades chinesas dados sobre a saúde dos profissionais médicos de Wuhan, o governo chinês ainda tinha dificuldade em ser transparente com a comunidade internacional.
https://www.washingtonpost.com/…/28064fda-54e4-11ea-80ce-37…
Repetindo as trapalhadas do Politburo soviético no acidente nuclear de Chernobyl, em 1986, o Partido Comunista Chinês é o grande responsável por negligenciar um surto então local, reiteradamente ignorado pelas autoridades, transformando o novo coronavírus numa pandemia global.
Reprisando os erros da SARS em 2002, a ditadura chinesa deixou o mundo novamente à mercê de seus caprichos, pagando por suas irresponsabilidades, sem nenhuma garantia de que seja capaz de combater exemplarmente novos surtos nos próximos anos, dizimando populações inteiras.
E é exatamente por isso que a culpa pelo novo coronavírus tem nome e sobrenome, e que é tão importante responsabilizar os autores políticos dessa pandemia. Inúmeras pessoas inocentes morrerão nas próximas semanas graças à ineficiência de uma ditadura. A História será implacável.