quinta-feira, 9 de janeiro de 2020
Como Tantos Foram Enganados Por Tanto Tempo Por Tão Poucos
Stephen Kanitz...
"Como Tantos Foram Enganados Por Tanto Tempo Por Tão Poucos
A esquerda no Brasil é extremamente pequena.
Não passam de 1 milhão de intelectuais frustrados, jornalistas jovens e inexperientes, professores universitários preguiçosos e jovens arrogantes que acham já capazes de salvar o mundo.
A direita é dezena de vezes maior, composta por 5 milhões de empreendedores, 8 milhões de profissionais liberais, 12 milhões de supervisores, contramestres, operadores logísticos que produzem todo dia bens e serviços para a sociedade .
Por isso não tem tempo para se dedicarem de segunda a sexta ao esquerdismo, quando protestam é no domingo .
A família Mesquita que controla pelo menos o editorial do Estadão escreve hoje leitura obrigatória:
“O impeachment da presidente Dilma Rousseff será visto como o ponto final de um período iniciado com a chegada ao poder de Luiz Inácio Lula da Silva.
Quando a partir de 2003, a consciência crítica da Nação ficou anestesiada.
A partir de agora ( recusam citar Bolsonaro ) , será preciso entender como foi possível que tantos tenham se deixado enganar por um político que jamais se preocupou senão consigo mesmo, com sua imagem e com seu projeto de poder
Por um demagogo que explorou de forma inescrupulosa a imensa pobreza nacional para se colocar moralmente acima das instituições republicanas
Por um líder cuja aversão à democracia implodiu seu próprio partido, transformando-o em sinônimo de corrupção e de inépcia.
De alguém, enfim, cuja arrogância chegou a ponto de humilhar os brasileiros honestos, elegendo o que ele mesmo chamava de “postes”.
Nulidades políticas e administrativas ( como economistas como Dilma, Mantega, Coutinho, Barbosa, Gabrielli, Mercadante, Haddad, Buarque) que ele alçava aos mais altos cargos para demonstrar o tamanho, e a estupidez, de seu carisma.
Muito antes de Dilma ser apeada da Presidência já estava claro o mal que o lulopetismo causou ao País.
Com exceção dos que ou perderam a capacidade de pensar ou tinham alguma boquinha estatal, os cidadãos reservaram ao PT e a Lula o mais profundo desprezo e indignação.
Mas o fato é que a maioria dos brasileiros passou uma década a acreditar nas lorotas que o ex-metalúrgico contou para os eleitores daqui.
Fomos acompanhados por incautos no exterior.
Raros foram os que se deram conta de seus planos para sequestrar a democracia e desmoralizar o debate político, bem ao estilo do gangsterismo sindical que ele tão bem representa. ( Assistam O Irlandês no Netflix)
Lula construiu meticulosamente a fraude segundo a qual seu partido tinha vindo à luz para moralizar os costumes políticos e liderar uma revolução social contra a miséria no País.
Quando o ex-retirante nordestino chegou ao poder, criou-se uma atmosfera de otimismo no País.
Lá estava um autêntico representante da classe trabalhadora, um político capaz de falar e entender a linguagem popular e, portanto, de interpretar as verdadeiras aspirações da gente simples. ( Como Obama)
Lula alimentava a fábula de que era a encarnação do próprio povo, e sua vontade seria a vontade das massas.
O mundo estendeu um tapete vermelho para Lula.
Era o homem que garantia ter encontrado a fórmula mágica para acabar com a fome no Brasil e, por que não?
bastava, como ele mesmo dizia, ter “vontade política”.
Simples assim.
Nem o fracasso de seu programa Fome Zero nem as óbvias limitações do Bolsa Família arranharam o mito.
Em cada viagem ao exterior, o chefão petista foi recebido como grande líder do mundo emergente.
Mesmo que seus grandiosos projetos fossem apenas expressão de megalomania, mesmo que os sintomas da corrupção endêmica de seu governo já estivessem suficientemente claros, mesmo diante da retórica debochada que menosprezava qualquer manifestação de oposição.
Embalados pela onda de simpatia internacional, seus acólitos chegaram a lançar seu nome para o Nobel da Paz e para a Secretaria-Geral da ONU.
Nunca antes na história deste país um charlatão foi tão longe.
Quando tinha influência real e podia liderar a tão desejada mudança de paradigma na política e na administração pública, preferiu os truques populistas.
Enquanto isso, seus comparsas tentavam reduzir o Congresso a um mero puxadinho do gabinete presidencial, por meio da cooptação de parlamentares, convidados a participar do assalto aos cofres de estatais.
A intenção era óbvia: deixar o caminho livre para a perpetuação do PT no poder.
O processo de destruição da democracia foi interrompido por um erro de Lula:
julgando-se um kingmaker, escolheu a desconhecida Dilma Rousseff para suceder-lhe na Presidência e esquentar o lugar para sua volta triunfal quatro anos depois.
Pois Dilma não apenas contrariou seu criador, ao insistir em concorrer à reeleição, como o enterrou de vez, ao provar-se a maior incompetente que já passou pelo Palácio do Planalto.
Assim, embora a história já tenha reservado a Dilma um lugar de destaque por ser a responsável pela mais profunda crise econômica que este país já enfrentou, será justo lembrar dela no futuro porque, com seu fracasso retumbante, ajudou a desmascarar Lula e o PT.
Eis seu grande legado, pelo qual todo brasileiro de bem será eternamente grato.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2019
Mário Quintana
Guzzo - A igualdade não é um direito – é o resultado do que o cidadão aprendeu
sexta-feira, 22 de novembro de 2019
O TREM MAGNÉTICO DA CHINA
O TREM MAGNÉTICO DA CHINA
sábado, 15 de junho de 2019
SERÁ QUE O VAZADOR DA LAVA JATO É DIOGO CASTOR DE MATTOS?
O VAZADOR DA LAVA JATO É DIOGO CASTOR DE MATTOS?
Segundo fonte que não quis se identificar, o procurador Diogo Castor de Mattos teria vazado as mensagens de Deltan e Moro para se safar de uma "prensa" que Dallagnol estaria armando para o escritório de seus irmãos Analice e Rodrigo Castor de Mattos.
Rodrigo atuava em conjunto com o irmão para extorquir os acusados da lava jato,
utilizando o expediente das "delações premiadas" para faturar alto em cima de dinheiro oriundo de corrupção.
O esquema chegava até a 2ª instância no TRF-4 através do primo de ambos, o subprocurador Maurício Gotardo Gerum, que participaria do esquema revisando e endossando as sentenças baseadas nas acusações de Diogo.
Diogo era um os procuradores de confiança de Deltan Dallagnol, recebendo informações privilegiadas e com acesso a decisões antecipadas de Moro, repassava as informações para o irmão chantagear e extorquir os acusados que seu escritório defendia.
A desfaçatez foi tão grande que o STF pediu publicamente que a Procuradoria-Geral da República investigasse a relação entre os irmãos, sob alegação de corrupção na operação lava-jato.
Alguns acusados como João Santana e Palocci, foram pressionados a rescindir contrato com escritorio do advogado Roberto Batochio e forçados a "contratar" o escritório de Rodrigo Castor de Mattos.
Segundo o ministro Gilmar Mendes, após o esquema vir a tona, as atuações passaram a ser clandestinas e continuaram até o Diogo pedir afastamento da Lava Jato em abril de 2019. Até então, somente no caso
do Palocci o escritório de advocacia da família mattos teria faturado mais de 30 milhões de reais.
Em março houve um atrito muito forte entre Diogo e a Advogada Anna Carolina Noronha, filha do presidente do STJ
João Otavio Noronha, que passaram a denunciar publicamente as irregularidades praticadas pela família Castor de Mattos.
Ao que tudo indica, ao manchar a reputação da operação lava-jato Diogo e Rodrigo teriam sido pressionados e ameaçados por outros procuradores da operação e, copiaram todas as mensagens do grupo como forma de se proteger caso fossem "fritados" publicamente por seus pares da Lava-Jato.
A ambição dos irmãos cresceu com a possibilidade de participarem da gestão da fundação bilionária que Dallagnol e Castor tentaram criar com fundos da Petrobrás, Diogo está sendo investigado pelo polêmico acordo extrajudicial firmado pelo MP.
Após discussão com Dallagnol, que o teria acusdo de ser o responsável pela acordo da fundação ter sido negado pelo STF, Diogo estaria acuado, ansioso e preocupado com o que poderia acontecer com ele e seus irmãos.
Com medo de serem desmascarados e descartados, os irmãos teriam facilitado o arquivo para o intercept publicar, dessa forma os holofotes sairiam de cima deles diretamente para as cabeças de Moro e Dallagnol.
Outra possível motivação é que Diogo teria sido obrigado a pedir seu afastamento da operação contra sua vontade e agora estaria vazando as mensagens como forma de retaliação. Caso não pedisse o afastamente ele teria sido fritado junto com o irmão.
A coincidência de datas é bastante sugestiva, Diogo pede afastamento em abril e poucas semanas depois o Intercept recebe um gigantesco vazamento que veio a luz.
O "ponto de virada" que teria levado Diogo a vazar as mensagens teria sido a reclamação disciplinar aberta contra ele pelo Dias Toffoli na corregedoria nacional do MP, após manifestação de Diogo publicada no site "O Antagonista".
Enquanto Moro tenta criar uma cortina de fumaça sobre um hacker que nunca existiu, internamente começa uma nova "caça as bruxas" dentro da lava-jato, onde todos começam a desconfiar uns dos outros numa avalanche que ninguém sabe onde vai terminar.
Até o momento o vazamento prejudicou somente as principais figuras da operação, porém não vazou nenhuma mensagem dos irmãos Diogo
e Rodrigo, justamente os que faziam o "serviço sujo" através das delações premiadas e eram o "elo frágil" que já estava prestes a ser fritado.
Fontes:
https://www.conjur.com.br/2019-abr-14/cnmp-abre-reclamacao-disciplinar-diogo-castor-mattos
https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/03/raquel-dodge-abre-crise-com-procuradores-depois-de-enquadrar-lava-jato.shtml
https://apublica.org/2018/05/de-cada-lado-do-balcao-um-castor-de-mattos/
Tudo em família: procurador que poderia rever a Lava Jato é primo de um dos acusadores
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/tudo-em-familia-procurador-que-poderia-rever-a-lava-jato-e-primo-de-um-dos-acusadores-de-lula-por-joaquim-de-carvalho/
https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/filha-do-presidente-do-stj-ataca-procurador-da-lava-jato-moleque-inconsequente/
https://www.conjur.com.br/2019-jun-13/defesa-lula-alega-suspeicao-procurador-denunciou
https://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI299813,101048-Procurador+Diogo+Castor+de+Mattos+sai+da+forcatarefa+da+Lava+Jato
https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2019/04/06/procurador-diogo-castor-pede-desligamento-da-forca-tarefa-da-lava-jato.ghtml
https://contraponto.jor.br/procurador-diogo-castor-se-afasta-da-lava-jato/
Mais uma cortesia do sempre cortês Ailton Medeiros
domingo, 12 de maio de 2019
Reinaldo X Olavo
https://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/o-triste-fim-de-olavo-de-carvalho-de-maos-dadas-com-o-pt-tambem-o-mascate-da-paranoia-ataca-o-impeachment/amp/?__twitter_impression=true
sexta-feira, 26 de abril de 2019
A vaidade do filósofo
Um velho amigo escreveu esse texto que é muito esclarecedor sobre a guerrilha olavista na Internet contra o General Mourão.
O filósofo é muito vaidoso e se vale da intriga e da fofoca para atacar seus desafetos.
Uma boa leitura a todos.
o presidente Jair Messias Bolsonaro precisa vir a público, em rede nacional, esclarecer ao povo brasileiro sobre as fofocas internas e externas falando de intrigas entre ele e seu vice-presidente, bem como as de entre seguidores de Olavo e militares. Essa coisa toda está tomando proporções inimagináveis e precisa ser estancada. Não há a menor possibilidade de investimentos externos no país, bem como a de que empresários brasileiros apostem nisso aqui, com a situação de insegurança institucional que está sendo construída e mantida. Não se trata de pauta conservadora versus progressista coisa nenhuma. A questão é a de governabilidade mesmo.
Essa briga entre Olavo e Mourão começou bem antes das eleições, quando Olavo fez um vídeo chamando o general de traidor, porque supunha que sua filiação ao PRTB tivesse a ver com candidatura à presidência, vindo a concorrer, pois, com Bolsonaro. Desculpou-se depois, ao ver as inúmeras declarações de Mourão de que jamais viria como candidato à presidência, enquanto Bolsonaro estivesse na disputa. Mais tarde, com a impossibilidade de o general Heleno assumir a candidatura a vice, na chapa de Bolsonaro, surgiu a disputa pela vaga. Venceu Mourão – escolhido pessoalmente pelo presidente, como este mesmo revelou depois do pleito em que foi eleito.
A campanha de achincalhamento de Mourão começou de verdade, depois das eleições, quando o vice-presidente fez declarações à imprensa sobre o aborto. Disse que, ao final, “cabe à mulher decidir”. Fizeram um verdadeiro escândalo! Chamaram Mourão de abortista e de traidor da pauta conservadora. Engraçado, porque Bolsonaro fez essa mesmíssima declaração, várias vezes, inclusive durante a campanha presidencial do ano passado (veja no final desse artigo os links). Escândalo? Nenhum. Silêncio ensurdecedor. Pior do que isso: nenhum defensor da tal pauta conservadora que elegeu Bolsonaro teve a honestidade de colocar estas declarações de Bolsonaro, idênticas às do vice, para falar sobre o episódio. Mourão não é abortista coisa nenhuma, bem como Bolsonaro. Nunca defenderam tal pauta. Ambos, ao se referirem à decisão das mulheres, o fizeram com base na realidade dos fatos, sem entrar em mérito de valores.
Depois jogaram pedras em Mourão por ter mantido encontros com árabes muçulmanos, dentro de sua agenda. Bolsonaro estava em viagem, fora do país. Na ocasião, questionado sobre resoluções a respeito da transferência da embaixada do Brasil em Israel para Jerusalém, Mourão disse que não havia nada oficialmente decidido e que a decisão final sobre o assunto caberia ao presidente Bolsonaro. Ignoraram as falas do vice completamente. A turma da pauta conservadora esbravejava que Mourão era um traidor por se encontrar com muçulmanos, que era contra a transferência da embaixada, que era um desafiador do presidente etc. Pois bem, semanas depois, o presidente Bolsonaro teve os mesmos encontros, só que mais efusivos quanto à amizade e às boas relações que mantemos historicamente com os povos árabes. Falou sobre a não transferência da embaixada, por enquanto. Protestos da turma da pauta? Absolutamente nenhum. Espiral do silêncio. Nada.
Em seguida, a questão da Venezuela. Uma comitiva brasileira foi enviada à Colômbia para lidar com o caso de ajuda humanitária. Equipe uníssona. Um repórter perguntou, propositadamente, é claro, sobre a situação da população da Venezuela, refém de um governo tirano e desarmada. Mourão declarou que, NAQUELA SITUAÇÃO, era bom o fato de estar desarmada, para que não houvesse uma guerra civil sangrenta. Sim, tão somente naquela situação. Não, ele não falou sobre se a população sempre estivesse armada não chegaria àquela situação. Porque talvez não tivesse mesmo chegado. Mas, hoje, na atual circunstância, se viesse a estar repentinamente armada, seria a desculpa ideal para que Maduro terminasse de massacrar mais ainda a população, com risco de termos um Vietnã aqui na América Latina. O que ocorre na Venezuela é o resultado do que já sabemos sobre a esquerdização da AL. Os dois últimos governantes do Brasil tiveram boa parcela de culpa no que lá ocorre hoje. Não está sendo fácil resolver. Mas, isso é outro assunto. O fato é que, para o pessoal da pauta conservadora, nosso vice-presidente passou a ser rotulado de desarmamentista, quando já cansou de defender o direito de defesa dos brasileiros inúmeras vezes. Incontáveis vezes. Quem insiste em dizer isso, sabe que está mentindo.
Teve mais. Uma atrás da outra. A seguinte foi a fala do general Mourão em evento na Universidade Harvard. Impecável, isso sim, foi a palestra do vice-presidente. Exaltou o presidente Bolsonaro e seu governo, além de desfazer a péssima impressão sobre nosso país que a esquerda fez o favor de divulgar lá fora. Na fase de perguntas, um senhor da plateia fez um questionamento sobre a diferença entre Mourão e o presidente militar Ernesto Geisel, ao que o vice-presidente respondeu, ‘na lata’: “eu fui eleito, Geisel não”. Foi aplaudido de pé. Não deu nem para terminar de falar. Menos de dez minutos depois da transmissão ao vivo desse evento, já havia nas redes gente dizendo que Mourão teria desmoralizado os governos militares ao dizer que não foram eleitos e que, portanto, os tinha como ditaduras. Ora, tenham a santa paciência... É óbvio, evidente, que Mourão estava falando de votos diretos – de 57 milhões de eleitores. Além de já ter defendido o regime diversas vezes.
Agora, sobre essa mesma conferência, jogaram nas redes sociais um panfleto que alegam ter estado circulando nas mãos de estudantes de Harvard, convidando para o evento. No tal panfleto, estaria implícito que Mourão era formidável e Bolsonaro um horror. Espalharam por aqui que o tal panfleto se tratava de convite oficial e que Mourão teria aceitado deliberadamente, apesar da comparação com o presidente. Ora, ora, ora... Bolsonaro foi quem autorizou o comparecimento de Mourão ao evento, mediante um outro convite oficial. Isso é óbvio! Nosso vice foi lá e se saiu muito bem, exaltando a figura do próprio Bolsonaro.
Também criaram polêmica com uma ‘curtida’ que o perfil do Twitter do general Mourão teria dado num tweet da jornalista Raquel Sherazade, no qual a mesma tecia elogios ao vice, mas que, no final, o comparava pejorativamente ao presidente. Não foi Mourão quem curtiu o tweet e sim o administrador da conta, distraidamente. Alertado pelo público e pelo próprio Mourão, logo depois, o tal tweet foi ‘descurtido’. Mas, a turma da guerrilha anti Mourão continua, até hoje, falando no assunto, sem mencionar a ‘descurtida’.
Citados aqui foram os principais episódios, para que se pudesse ter a noção de como fatos e falas têm sido distorcidos e/ou omitidos, em nome de uma campanha para difamar o vice-presidente e outros militares que estão no governo. Sim, pelo nível intelectual dos criadores de tais distorções, o problema está bem longe de ser simplesmente cognitivo. Isso está sendo feito, deliberadamente. Tem alvos determinados e pratica bem o que temos visto a esquerda fazer por aqui, há anos. O método é o mesmo. Já vimos esse filme.
O presidente Jair Bolsonaro já enviou duas mensagens, pelo porta-voz do governo, pedindo que cessem as ofensas entre os dois lados. Ontem, entretanto, o próprio filho de Bolsonaro foi o principal veiculador de ataques ao general Mourão. Situação difícil para o presidente que, é claro, sempre será pai de Carlos Bolsonaro.
Se alguém ainda não percebeu, podemos tentar mostrar algo aqui. O presidente Bolsonaro não está mais em campanha. Quase não fala mais diretamente com a imprensa. Quem foi elencado para isso foi o porta-voz da presidência e o general Mourão, a quem também foi dada a incumbência de lidar com as questões mais polêmicas, delimitando atritos. Mourão tem desempenhado esse papel com maestria - tem segurado bastante a animosidade da imprensa com o governo, bem como a de boa parte da oposição. Ao contrário do que se esperaria, caso vivêssemos a normalidade, é a própria autointitulada parte mais intelectualizada da direita que tem feito uma oposição mais agressiva - só que direcionada ao vice-presidente e aos militares. Bem, na verdade, quem não entende muito de guerra psicológica é que não esperava que alguma coisa assim fosse acontecer - já havia sinais anteriores à eleição que davam algumas pistas.
A questão principal aqui é a de que há um projeto bem definido de desenvolvimento para o Brasil que, junto com os EUA e Israel, faria parte fundamental do bloco Ocidental de poder, em oposição ao Oriental eurasiano, na luta pelo resgate civilizacional. Tudo de ruim que está acontecendo aqui tem o dedo fantástico de globalistas antiocidentais, quer estejam explícitos ou não. É um jogo de xadrez bem complicado. Encontrar uma chance de tentar destruir aqueles que estão de fato construindo os pilares desta reação de resgate ocidental é um trunfo indispensável aos nossos inimigos. Sejam os operadores que estejam por trás desta chance quem forem. É preciso tentar compreender minimamente este cenário.
Fico por aqui, porque não convém, ainda, discorrer sobre outras obviedades que vêm se revelando no cenário atual.
Matérias de Bolsonaro sobre aborto:
https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/homem-nao-deve-intervir-na-decisao-da-mulher-sobre-aborto-diz-bolsonaro-f16ew51wx74pvuz78xowem8u7/
https://www.semprefamilia.com.br/o-que-jair-bolsonaro-pensa-sobre-religiao-aborto-e-casamento-gay/
https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/08/homem-nao-deve-intervir-na-decisao-da-mulher-sobre-aborto-diz-bolsonaro.shtml