quinta-feira, 4 de outubro de 2018
Bolsonaro ou ditadura petista.
É Bolsonaro ou ditadura petista. Li esta mensagem e não acreditei. Me deu vontade de repassar na hora, mas queria antes conferir. Eu e várias pessoas ao meu lado tínhamos a convicção de que era notícia fake. Conferi o link e indicou ser verdadeiro. Ainda desconfiado, achei que o próprio link era fake. Então digitei o link do PT no meu PC.
Resultado: é verdade!! Despendi horas lendo o documento, do ano de 2015, com 165 páginas. Tenho certeza que você, como eu, vai inicialmente achar que é mentira. Então faça você mesmo o teste, confira no link abaixo e depois pelo seu PC.
O PT divulga abertamente, em seu site, plano de Dominação Comunista no País.
Parece um absurdo o documento onde abertamente o PT declara suas intenções de Golpe comunista no país.
Dentre todos os Absurdos desse documento destaco:
- Cassação do mandato de Jair Bolsonaro (pg. 30, n. 157) (em 2015 o PT já via Bolsonaro como um risco ao seu projeto de poder! Quem contou isso ao Adélio?).
- Refundar o Estado brasileiro em uma dinâmica de aprofundamento e radicalização (pg 56, n 21).
- Estatização da Rede Globo e de todas emissoras religiosas (pg. 160, item f).
- Imunidade aos movimentos como MST e MTST, que poderão agir sem serem presos (pg 160, c).
- Anulação das sentenças do Mensalão (pg. 160, item c).
- Demissão de ministros capitalistas e Impeachment dos Ministros do STJ que foram a favor da condenação do Mensalão (pg. 160, item c).
- Cancelar todas as privatizações do Brasil, assim como a Bolívia fez no passado (pg. 160, item g).
- Fim do Financiamento Público a qualquer mídia que seja contrária ao Partido (pg. 160, item e)
- Calote da dívida interna e externa (pg. 160, item b).
- Declaração de que o Brasil é o fiador dos Países comunistas da América (pg. 129, n. 3).
- Fazer uma nova constituinte, socialista (pg 4, item 15).
- Fim do superávit primário e controle dos meios de comunicação (pg 50, e, g).
E muitos outros absurdos. Parece piada, parece invenção da oposição, mas está abertamente no site do PT, para quem quiser ver.
No final deste texto está o link para acessar esse documento absurdo.
Isso é urgente, peço a todos que compartilhem com o máximo de pessoas possível, pois pode ser nossa última chance de impedir que nosso país se torne uma nova Venezuela.
As redes sociais estão limitando o alcance de tudo que é contra o PT, por isso os artigos devem ser compartilhados massivamente, para que possam chegar a todos. Leiam e tirem suas próprias conclusões:
http://www.pt.org.br/wp-content/uploads/2015/04/TESES5CONGRESSOPTFINAL.pdf
Faça o download desse arquivo para seu dispositivo antes que o PT o retire do site.
Mas se você não quer perder tempo vasculhando os tópicos no extenso documento, seguem alguns recortes. É assustador!
Ainda não convencido? Veja o que está no programa de governo do PT (link abaixo):
https://www.poder360.com.br/eleicoes/leia-o-programa-de-governo-dos-13-candidatos-a-presidente/
- elaborar, logo após a posse, uma nova Constituição para a "refundação" do Brasil (o mesmo que Maduro fez na Venezuela) - item 1.4.
- descriminalização das invasões (item 1.2.1)
- retorno dos sindicatos (item 1.2.1)
- expandir para presidente da república a prerrogativa de propor a convocação de plebiscitos e referendos (certamente com a urna eletrônica, o mesmo que faz o Maduro) - item 1.2.2
- revogar a EC95, de controle de gastos públicos (item 4).
- conter privatizações e terceirização (item 1.2.3)
O PT é espealista em enganar as pessoas. Inventam um monte de mentiras sobre a pessoa do Bolsonaro, só falam disso, e não do programa de governo, fazendo os incautos verem a eleição apenas como um Big Brother, impedindo-os de enxergar que seu programa de governo jamais teve sucesso em qualquer país, induzindo-os trocar um gestor liberal, rude, por um gestor comunista light, denunciado por corrupção, quadrilha e lavagem de dinheiro, pior ex-prefeito de São Paulo, novo poste de Lula, este o líder do maior esquema de corrupção mundial.
Note nos anexos que todos os 10 mandamentos de Lênin para a implantação do comunismo já estão vigentes no Brasil.
terça-feira, 2 de outubro de 2018
Carta aberta do Gen Santos Cruz
Carta aberta de Carlos Alberto dos Santos Cruz
É MUITO MAIS DO QUE UMA ELEIÇÃO. É UMA OPÇÃO DE FUTURO!
Esta eleição é vital para o Brasil. Ela significa mais do que a escolha de um novo presidente. Significa o futuro do nosso país. A nossa liberdade e a nossa segurança, o nosso futuro depende de seu resultado.
O bem-estar das nossas famílias, dos nossos filhos e netos, depende do nosso voto nos dias 07 e 28 de outubro de 2018.
Temos a oportunidade de derrotar, de maneira ordeira e pacífica, ideologias ditatoriais que iludem tantos brasileiros. Temos em nossas mãos os meios necessários para proteger a sociedade brasileira dos corruptos e aproveitadores que nos exploraram por tantos anos.
Estamos na reta final para as eleições. Por isso, alguns artistas e parte da mídia ideológica – ou comprada – orquestram manifestações políticas às vezes impressionantes. Muitos são pessoas e instituições usualmente beneficiados com altos valores de dinheiro público pela chamada lei Rouanet, entre outros artifícios. Um escândalo! Milhões de Reais do nosso dinheiro distribuídos sem qualquer finalidade social. Dinheiro para benefício pessoal direto. Dinheiro desviado da educação, da saúde, da habitação, da segurança e de outros serviços públicos.
É claro que os beneficiários não querem perder essa facilidade absurda e imoral. É por isso que buscam manter o povo iludido, escravizado por corruptos, enganado por ideólogos demagogos e velhas raposas políticas. Sempre consideraram o povo ignorante e manipulável, sujeito a seu projeto de “tomar o poder”.
Organizados em partidos com ideologias totalitárias, falam em democracia. Mentem sem escrúpulo e sem vergonha. Seu projeto sempre foi, e continua sendo, o de instaurar uma ditadura. Suas mentiras são elaboradas, bem disfarçadas pelos marketeiros para confundir a povo brasileiro.
Para manter parcelas da população na ignorância, os adeptos de ideologias ditatoriais se juntam aos aproveitadores e aos corruptos. Com isso, pouco a pouco, destroem a sociedade e o Brasil. Para fazer prosperar seu projeto, querem que o pobre continue pobre, que os sem-terra se perpetuem à beira da estrada. O discurso é de emancipação e liberdade; a prática é a de manter o povo como massa de manobra, escravizado em sua luta cotidiana pela satisfação de suas necessidades básicas.
Para eles, os problemas não podem ser resolvidos. Exemplo disso é o programa bolsa-família. É preciso melhorar o programa, cortar as fraudes, evitar os aproveitadores. Cabe ajudar realmente somente a quem precisa, em vez de usar o programa para manter o povo na miséria, iludido, manipulado e chantageado, pronto a trocar seu voto, a cada eleição, pela esperança de um futuro melhor.
Auxiliar os necessitados é obrigação moral e legal. Esse vínculo de solidariedade é o que nos une como um povo, formando a nação brasileira. Tirar proveito desse sentimento para explorar os pobres como massa de manobra, mantendo-os sem terra, nos áridos sertões, no interior abandonado, nos perigos das periferias urbanas... Isso é canalhice.
Tentam confundir a população, manipular opiniões, distrair as opiniões para o que não é essencial no momento. Essa conversa sobre mulheres, homofobia, ideologia de gênero, etc, tudo isso é um circo armado, uma grande palhaçada para desviar o foco do que interessa. Os problemas centrais do Brasil de hoje são a IDEOLOGIA TOTALITÁRIA, a CORRUPÇÃO, o DESEMPREGO e a INSEGURANÇA.
As tentativas de tomar o poder acobertam ideologias inaceitáveis e políticos corruptos, que agem sem escrúpulos e sem limites. Se tomarem o poder, destruirão de vez o nosso país.
Um ex-ministro medíocre, um dos piores prefeitos que a cidade de São Paulo conheceu se apresenta como solução para os problemas do Brasil. Sem personalidade própria, ainda em campanha age como um fantoche de um presidiário condenado por corrupção. Eleito, seria o instrumento de um ventríloquo, um desastre semelhante ao outro poste, que quase destruiu a economia brasileira. Responsável pelas cartilhas de conteúdo sexual impróprio para menores, tentou corroer os valores de nossa sociedade pela prostituição das crianças ainda na escola básica.
Para completar o quadro, outro criminoso contumaz, condenado famoso por corrupção e associação criminosa, conhecido meliante, aproveita sua injustificada liberdade para falar abertamente em tomada do poder no Brasil. Isso é mais do que falta de vergonha. É uma real ameaça ao país. Não é isso o que queremos para o nosso futuro.
As escolas brasileiras devem ensinar o respeito a todos, sem preconceitos de cor, sexo, religião, nacionalidade ou opção profissional. Devem ensinar a importância do estudo e do trabalho, e o respeito aos mais velhos. Devem convencer os estudantes a assumir responsabilidades, entendendo que, além de direitos, os cidadãos também têm deveres perante a sociedade. Devem ajudar as famílias a incutir nos jovens os valores de HONESTIDADE e integridade. Devem falar de patriotismo, da importância de cada um assumir sua parcela de responsabilidade pela construção de um futuro melhor.
Mas isso não lhes interessa. Para eles, o que interessa é a destruição do tecido social. Essa é a base do seu projeto de poder ditatorial. Trata-se de um projeto criminoso. O crime organizado não é só a associação dos bandidos armados nas penitenciarias e nas comunidades pobres. Existe o crime organizado desarmado, constituído por grupos que querem continuar roubando o dinheiro público, numa associação de ideologia com banditismo. Seu colarinho branco não engana: ele é mais perigoso que o criminoso de sandália havaiana.
Pense nisso hoje. Pense nisso no próximo domingo. Não deixe de votar e não jogue fora seu voto. Não anule. Não vote em branco. Não é hora de dispersar. É hora de união. O Brasil precisa dessa união.
De um lado, estamos nós, nossas famílias, nossos filhos e netos, nossa democracia. Valores como respeito e honestidade, exemplos de trabalho duro para promover o desenvolvimento do Brasil. Esse lado é representado pelo candidato JAIR BOLSONARO. Do outro lado, o que existe é um verdadeiro “balaio de gatos” – ou de gatunos.
É hora de voto útil pelo Brasil, para derrotar as ideologias ditatoriais, as raposas aproveitadoras e os políticos corruptos.
quinta-feira, 20 de setembro de 2018
MEDO E INDIGNAÇÃO - William Waak
William Waack
Colunista
Conteúdo Exclusivo para Assinante
MEDO E INDIGNAÇÃO
Não me parece que Jair Bolsonaro seja o criador da onda que está surfando
William Waack, O Estado de S.Paulo
20 Setembro 2018 | 03h00
Está bem claro que nesta eleição vai se decidir contra alguma coisa, e não por alguma coisa. A maioria do eleitorado é a cara do fenômeno dos dispostos a romper “com o que está aí”. Provavelmente, encerra-se o período histórico iniciado com a saída do regime autoritário e a promulgação da Constituição de 1988. As grandes forças e o sentido político que se sobressaem nesta reta final da eleição claramente consideram obsoletos os sistemas político e boa parte das instituições que ali se consolidaram.
Alguns elementos que indicam o futuro próximo são bastante óbvios. A tendência do eleitorado em direção a figuras autoritárias é o mais notável desses elementos. O líder das pesquisas, Jair Bolsonaro, diz que resolve tudo praticamente no tapa, enquanto a agremiação política que parece, no momento, a que vai disputar o segundo turno com ele, o PT da corrupção, é o símbolo perfeito para a constatação de que enorme número de brasileiros não entende quais ideias erradas, entre elas a de que vontade política tudo resolve, levaram o País ao desastre. Estamos presenciando o enterro do “sonho” social-democrata tipo punho de renda do tucanato. O que havia de social-democracia no PT já havia sido sepultado pela avalanche de corrupção, cinismo e mentira.
Não existe neste momento um “centro”. O eleitorado raivoso clama por uma solução rápida – que a magnitude dos problemas enfrentados sugere ser impossível, mas não importa. Esse mesmo espírito do “vamos chutar o pau da barraca” prefere sonhar com passos para conter a crise que venham de fora da política, ou que sejam anunciados como soluções vindas de “fora do sistema”. Em outras palavras, e isso é bastante preocupante, há uma enorme aceitação da promessa de se resolver questões (como o déficit fiscal, que criaria perdedores por toda parte) sem considerar a necessidade de compromissos e de articulação política muito mais abrangentes do que conseguir 308 votos para maiorias na Câmara dos Deputados.
Há uma imensa desconfiança em relação às instituições e uma das mais recentes a serem devastadoramente atingidas é a da imprensa em geral, e dos grandes grupos de comunicação televisiva em especial. É assombroso como o jogo se inverteu, e em que velocidade: atacar esses colossos que antes eram capazes de determinar o futuro de políticos é o que hoje confere estatura a políticos, e vários se dedicam com êxito a lucrar em prestígio e simpatia no eleitorado fazendo uso em causa própria dessa espantosa perda de credibilidade (em boa medida, por cegueira política e covardia de dirigentes).
Numa sociedade com índices espantosos de violência, e alguns sinais graves de anomia (como na greve dos caminhoneiros), não deveria causar espanto algum a força com que medo e indignação empurram a candidatura de Jair Bolsonaro – e um atentado ter influenciado tanto a disputa.
Não me parece que o ex-capitão seja o criador da onda que está surfando – até agora com boa vantagem sobre os rivais. Talvez ele seja a expressão acabada de que o bom mocismo, o politicamente correto tivessem sido apenas delírios de elites dedicadas a si mesmas e vivendo em bolhas confortáveis em meio a um país pobre, desigual, ignorante e atrasado (basicamente as mesmas mazelas enfrentadas pela geração que escreveu a Constituição de 88).
O atraso, o retrocesso, o desastre e os malefícios trazidos durante os 13 anos de populismo irresponsável do lulopetismo já conhecemos bastante bem. Para onde vamos agora é uma completa incógnita. O que sairá do que acredito ser a destruição da política brasileira tal como a conhecemos por mais de 30 anos ninguém sabe.
CANDIDATO, COMO FAZ PARA EMAGRECER?
CANDIDATO, COMO FAZ PARA EMAGRECER?
Marina Silva responde:
Nós vamos debater e ouvir todas as nutricionistas e personal trainers antes de decidir algo. É preciso gerar um debate. Veja bem, nós vamos valorizar a alimentação vegana e os produtos naturais que a terra nos dá através da floresta. Tem que valorizar a Amazônia e o verde. Tem que debater.
Bolsonaro responde:
Pô, tá de brincadeira com essa pergunta né? Fecha a boca porra! Pára de comer e levanta a bunda do sofá que emagrece porra! Tá com dó? Vai lá então e oferece uma balinha! Quero ver emagrecer assim! Não vai emagrecer pô. Tem que fechar a boca e acabou porra! Chama o Paulo Guedes, corta o mal pela raiz, faz uma low Carb e vai pra academia! Se fude e acabou porra!
Ciro Gomes responde:
Olha, o meu currículo é muito bom. No Ceará nós temos o menor índice de obesidade do país. Tudo isso graças à alimentação integral implantada em mais de 350 escolas em todo o Estado. Minha proposta é tirar o nome do brasileiros obesos do SPC. E isso é possível. Basta transferir os quilos extras de gordura do abdômen para as coxas. Depois é só imprimir comida nas impressoras 3D para estimular o consumo.
Alckmin responde:
Veja bem, no Estado de São Paulo resolvemos isso de um modo bem simples. Corta a merenda. Corta os lanches e dá um cafézinho.
Haddad responde:
Olá, eu sou o jovem Haddad Lula. Na minha gestão Haddad, fizemos mais de 400 km de ciclovia na cidade de São Paulo. Reduzimos o consumo de 120 gramas de proteínas nas refeições marginais para 90 gramas. Arrecadamos milhões multando quem comia mais que o limite. Se eleito como Haddad Lula farei uma ciclovia até Curitiba com pontos de distribuição de pão com mortadela a cada 10km para que todos possam ir visitar Lula Livre.
Meirelles responde:
Se quer emagrecer, chama o Meirelles. Quando Lula quis emagrecer ele chamou o Meirelles. Quando o Temer quis acabar com a barriguinha, ele chamou o Meirelles. O Meirelles resolve! Basta reduzir as calorias ingeridas e elevar o gasto calórico. Correr a 85% da frequência cardíaca máxima e fazer uma reforma alimentar.
Boulos responde:
Primeiramente, foi golpe, Lula Livre, Moro na cadeia e viva Maduro e a Venezuela. Vamos acabar com essa ideia capitalista de comer de 3 em 3 horas. Aliás, vamos acabar com essa opressão de comer todos os dias. A obesidade é uma invenção capitalista para fazer o pobre comer e engordar. Vamos adotar o modelo da dieta bolivariana e implantar no Brasil o que Maduro fez na Venezuela. Vai todo mundo ficar sem comer e emagrecer.
Amoedo responde:
O NOVO método de emagrecimento que eu proponho é novo. Vamos liberar o mercado de whey protein pra geral, tem que estimular o consumo e a venda de proteína. Cortar o carboidrato em excesso. É assim que estimularemos o crescimento do país e do povo. Pra quê apenas emagrecer se podemos crescer e construir um estado magro e musculoso ? Vamos fazer o Brasil sair da jaula.
Daciolo não compareceu ao debate.
Está no monte jejuando.
quarta-feira, 19 de setembro de 2018
O boneco de neve
Nevou no Rio de Janeiro, pela primeira vez na história!!!
8:00 Eu fiz um boneco de neve.
8:10 Uma feminista passou e me perguntou porque eu não fiz uma mulher de neve.
8:15 Eu fiz uma mulher de neve.
8:17 Minha vizinha feminista reclamou do perfil voluptuoso da mulher da neve dizendo que ela ofende as mulheres da neve em todos os lugares.
8:20 O casal gay que mora nas proximidades teve um ataque de raiva e protestou, porque poderiam ter sido dois homens de neve.
8:22 Um transgênero da outra rua me perguntou por que não fazia um boneco com partes removíveis.
8:25 Os veganos no final da rua se queixaram do nariz de cenoura, já que os vegetais são comida e não para decorar bonecos da neve.
8:31 O cavalheiro muçulmano do outro lado da rua exige aos berros que a mulher da neve use uma burca.
8:40 A polícia chega dizendo que há uma denúncia anônima contra mim, de alguém que foi ofendido pelo meu racismo e discriminação, porque os bonecos são brancos.
8:42 A vizinha feminista reclamou novamente que a vassoura da mulher da neve deveria ser removida porque ela representa as mulheres em um papel doméstico de submissão.
8:43 Um promotor chegou e ameaçou me processar se eu não pedisse desculpas públicas pelo maldito boneco de neve.
8:45 A equipe de jornalismo da TV apareceu. Eles me perguntam se eu sei a diferença entre bonecos de neve e mulheres de neve. Eu respondo: as "bolas de neve" e agora elas me chamam de sexista.
9:00 Estou no noticiário como um suspeito, terrorista, racista, delinquente, com tendências homofóbicas, determinado a causar problemas durante o mau tempo. Estou passando por tudo isso por causa dos malditos bonecos de neve!!
9:05 Quem mandou fazer a p... dos bonecos de neve?... Estão me perguntando se eu tenho um cúmplice. Ou se alguma organização me incentivou a fazer os bonecos, nas redes sociais.
9:29 Os manifestantes da extrema esquerda e da extrema direita, ofendidos por tudo, estão marchando pelas ruas exigindo que me decapitem.
9:32 Os neonazistas marcham em frente à minha casa acusando-me de ser comunista.
9:35 As feministas me xingam e pintam a fachada da minha casa com a palavra “machista”.
9:45 Os evangélicos me acusam de querer usurpar o lugar de Deus, por criar um homem e uma mulher de neve, e querem me exorcizar, dizendo que eu realizei um ritual pagão.
9:55 Organizações ambientais me acusam de poluir a neve.
Moral da história: não há. É apenas o mundo em que vivemos hoje - e vai piorar. O que foi aqui narrado pode ocorrer, e algumas coisas já estão acontecendo.
De tudo isso, a coisa mais difícil de acontecer é... neve no Rio de Janeiro.
(Autor desconhencido).
quinta-feira, 13 de setembro de 2018
Acesso às Tecnologias Disruptivas - Natalino Uggioni
Acesso às Tecnologias Disruptivas
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
Esquerda gerou ambiente de ódio
Esquerda gerou ambiente de ódio
RUY FABIANO
As manifestações de condolências dos adversários políticos de Bolsonaro, em face do atentado, embutem uma mensagem subliminar (ou nem tanto), segundo a qual ele teria sido vítima de um ambiente por ele mesmo criado – o ambiente de ódio.
Ou seja, o culpado é ele mesmo. “Semeou o ódio e colheu o ódio", nas palavras solidárias da pacifista Dilma Roussef.
Tal ambiente, no entanto, o precede em décadas. Começa com o advento do PT e de seu ideário de luta de classes, a partir de 1980, e chega ao paroxismo com a tomada do poder federal pelo partido, a partir de 2003. Tudo isso está muito bem documentado.
Não é preciso farejar arquivos, em busca de documentos secretos. Está tudo no Youtube e no Google.
São incontáveis (e não cabem neste espaço) os episódios que atestam esse pioneirismo. Remontam a um tempo em que Bolsonaro era um ilustre desconhecido – ou conhecido apenas nos círculos do baixo clero do Congresso.
O seu protagonismo político começa exatamente quando foca sua atuação parlamentar no enfrentamento à bancada mais radical da esquerda. Pode-se, portanto, classificá-lo como personagem meramente reativo dentro de um quadro que já estava instalado.
Comparadas às de seus adversários da esquerda (que punham em prática o que diziam), suas declarações mais ferozes soam como as de um escoteiro-mirim. Coube ao PT dividir a sociedade em “nós” e “eles”, sendo que o “eles” abrangia todos os que não eram da esquerda – e, por isso mesmo, eram vilões, a ser esmagados.
Data de 2000 a famosa incitação de José Dirceu, numa greve de professores em São Paulo, a que os militantes batessem nos opositores. “Eles têm de apanhar nas ruas e nas urnas”, conclamou.
Nas urnas, não apanharam, mas nas ruas, sim. Dias depois, a militância agrediu o governador Mário Covas, já padecendo de um câncer que o mataria. Dirceu disse que usara “força de expressão”.
Num seminário do PT, em maio de 2017, o senador peemedebista Roberto Requião, um aliado convicto, disse, para os aplausos da galera, que “não há mais espaço para conversas e bons modos”. Foi complementado pela deputada Benedita da Silva, que berrou: “Sem derramamento de sangue, não há redenção”.
O professor Mauro Iasi, da UFRJ, candidato em 2006 a vice-governador de São Paulo pelo Psol, na chapa de Plínio de Arruda Sampaio, disse, em 2015, a uma plateia de alunos, como deveria ser o diálogo com a direita: “Um bom paredão, onde vamos colocá-los frente a uma boa espingarda, com uma boa bala, e vamos oferecer depois uma boa pá e uma boa cova”. Ódio? Não: força de expressão.
A senadora e presidente do PT Gleisi Hoffmann, quando do julgamento de Lula pelo TRF-4, em Porto Alegre, em janeiro deste ano, avisou: “Para prender o Lula, vai ter que matar gente”.
João Pedro Stédile, do MST, na mesma ocasião, avisou: “Vamos ocupar terras porque queremos Lula livre”. E “ocuparam”.
José Dirceu, solto, porém condenado em segunda instância, tem emitido sucessivos vídeos, conclamando a militância a retomar, se necessário pela força, o poder. Num deles, diz: “A hora é de ação, não de palavras; de transformar a fúria, a revolta, a indignação e mesmo o ódio em energia, para a luta e o combate”.
Lula, em fevereiro de 2015, numa famosa fala à militância, na sede da ABI, no Rio, fez uma ameaça: “Quero paz e democracia, mas também sabemos lutar, sobretudo quando o Stédile colocar o Exército dele na rua”. Stédile, obediente, tem atendido o chefe.
E há ainda o líder do MTST, Guilherme Boulos, candidato do Psol à Presidência, que invade prédios e residências e cobra aluguel dos invasores. Este não apenas prega a luta armada: pratica-a.
Ódio como fonte de energia, conforme as palavras de Dirceu, é a grande contribuição da esquerda à democracia brasileira.