terça-feira, 16 de agosto de 2011

Super-heróis

Vi o filme com meu filho numa tarde de sol, em Brasília. Dia bonito e eu na sala escura. O bom é que eu gostei.
O Capitão América foi diversão da melhor qualidade, mas também me ensinou que é preciso humildade para aceitar o que se tem e coragem para se fazer o que é certo.
O bom capitão revelou-se humilde e corajoso. Os poderes que recebeu nada mais fizeram que lhe permitir mostrar mais aquilo que ele já era.
É, pessoal, nem todos podemos ser super-heróis.

Cinema Mu(n)do

Treze anos atrás, uma ligação de Bagdá para Recife me custava dez dólares o minuto, o que era caríssimo. A ligação era difícil, mal conseguia falar e ouvir, mas eu não reclamava. O mundo era assim.


Agora, perdido de novo em outro canto longe do Brasil, passo minutos e mais minutos olhando minha mulher e filha exibindo-se na câmara do Skype, me contando o dia como foi e o amanhã como será. Vejo as imagens diante de mim e as travessuras da pequena me deixam rindo no canto da tela do computador, enquanto a mãe finge se zangar.


O mundo mudou muito, não é mesmo? Convenhamos que tudo hoje é muito mais fácil que nos meus velhos tempos de Bagdá. Tão mais fácil que podemos, num clicar de mouse, não só descobrir novos caminhos, como deixar que outros descubram alguns passos que deixamos marcados para trás. 

E como são os caminhos que percorremos? Na verdade não sei e nem sei se gostaria de saber, mas asseguro que eles às vezes se cruzam com quem menos esperamos.

Essas passagens são como tijolos que vamos acumulando na parede da existência. Nessa parede, já pendurei alguns quadros. Vez em quando, gosto de apreciá-los ou mudá-los de posição para vê-los melhor. Só que, quando presto atenção, me dou conta que o mais importante não são os quadros, mas a parede. Sei que na minha ainda faltam alguns tijolos. Também sei que sou o pedreiro da minha própria existência.


De tijolo em tijolo, acabei na terra fria dos índios Mapuche.
Admito que, pelo tempo que estou por aqui, já devia falar espanhol, pensar espanhol, sonhar espanhol.  O fato, meus amigos, é que ultimamente sonho Cinema Mu(n)do. 


Ainda não domino o idioma de Cervantes, mas essa viagem servirá para juntar mais alguns quadros para minha coleção e para colocar mais tijolos na minha parede.

Recomeço

Eis-me aqui, em mais uma noite fria de Santiago.
Passa da meia noite e, por isso, hoje já é amanhã. Meu ontem recém terminou e foi muito bom.
Falta pouco para o início da missão. Mais duas semanas e tudo começará de novo.
Não deixa de ser um recomeço, como tantos outros que já tive na vida. Dessa vez, não estou ansioso. A ansiedade passou quando cruzei a porta de entrada do aeroporto. Tenho mais é curiosidade. Como serão as coisas por aqui?

Por enquanto, tudo vai bem e acredito que ainda vai melhorar.

Que bom. Não é sempre que recomeço com essa impressão. Tomara que eu, que tanto erro na vida, dessa vez esteja certo.

Cora Coralina

HUMILDADE
(Cora Coralina)

Senhor, fazei com que eu aceite
minha pobreza tal como sempre foi.

Que não sinta o que não tenho.
Não lamente o que podia ter
e se perdeu por caminhos errados
e nunca mais voltou.

Dai, Senhor, que minha humildade
seja como a chuva desejada
caindo mansa,
longa noite escura
numa terra sedenta
e num telhado velho.

Que eu possa agradecer a Vós,
minha cama estreita,
minhas coisinhas pobres,
minha casa de chão,
pedras e tábuas remontadas.
E ter sempre um feixe de lenha
debaixo do meu fogão de taipa,
e acender, eu mesma,
o fogo alegre da minha casa
na manhã de um novo dia que começa.”
________________________________________________________________

O saber a gente aprende com os mestres e os livros. A sabedoria, se aprende é com a vida e com os humildes. (Cora Coralina)

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Tracy Chapman

Ahora, me quedo solo en mi cuarto, estoy leyendo las noticias de dos semanas atrás y las poniendo en mi banco de datos. Escucho a Tracy Chapman, la cantante norteamericana que oía ya hace veintedos años. No me aburre escucharla nuevamente. És cómo reencontrar una vieja amiga. Me voy...

Diário de bordo

Bueno, estoy en Santiago y la semana ya se llega al final. Mañana será el viernes y a  mi me parece que tendremos un final de semana bien movimentado por acá.
Hoy, estuve en una excursion a un centro cultural de Santiago. Conoci nuevos amigos del curso. Gente que viene en vacaciones, se queda algunas semanas e las aprovechan para perfeccionar su español. La guía fué mi profesora Lidia. Salimos de la escuela a las dos de la tarde y fuimos de metro a la estación Universidad Catolica.
En esa estación, Lidia nos mostró en un lugar llamado cafe piernas. Segun ella nos explicó, en los años 70, hubo un largo periodo sin vida nocturna en Santiago. Asi, un grupo de empresarios montó el cafe piernas, una especie de club de strip que se queda en la salida de la estación.
Entonces fuimos almuerzar en un restaurant bien cerca. El lugar estava lleno de gente y alli comí mis primeras empanadas chilenas.
Después, seguimos para una pequeña feria, onde ficamos poco. Desde allá, fuimos a un cafe en la Universidad Catolica, para tenermos un expresso. Por fin, llegamos al Centro Gabriela Mistral, donde vimos una exposición de fotos de un circo, bien como visitamos otra exposición de arte suramericana. Interesante.
Fuimos entonces para otro lugar, donde vimos una pequeña demonstración de los conceptos básicos de astronomia. Mismo siendo doctor en química analítica ella se me fué provechosa. Yo la gusté mucho.
Pero, cuando a mi me parecía que ya no pasaba más nada, fuimos al mejor lugar de todos. Algunas pequeñas calles con restaurantes y bares hermosos que a mi me encantó.
Ya tengo donde ir el fin de semana.
Los nuevos amigos están combinando de irse al futbol. A mi me gustó muchisimo. Vamos a ver.
Hasta pronto!
Clovis

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Blog em espanhol

Mis amigos, yo lo sé que ya hace algun tiempo que no escribo en mi blog. Eso se ocurrió por que estuvo en viaje de vacaciones y en seguida me fué a Chile, donde me voy a vivir por seis meses.
Si, estou digitando desde Santiago y lo hago en español muy débil y lleno de errores ya que me lo dijeron que tengo que me profundizar en la lengua de los chilenos.
Entonces, aqui estoy en esta ciudad que a mi me pareció muy limpia y bella, tal cual una villa europea.
Escribo desde la escuela Bella Vista, ubicada en el barrio Providencia, cerca de mi hotel. En pocos minutos vamos empezar la clase de español, cuando demonstraré toda mi ignorancia en la lengua de Cervantes.
Hasta breve
Clóvis